quarta-feira, 30 de setembro de 2009

...


quando ta escuro
e ninguem te ouve
quando chega a noite
e vc pode chorar....

sem destino...

andando sem destino
me encontrando sem caminho
sem direcao,sentido
apenas ando sem
DESTINO
(DEBORAH)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

presente passado

Ai essa saudade no meu peito Esse vazio de você esse meu jeito meio feio e não saber lhe perdere Você se foi sem dizer nde podia encontrar ma razão pra lhe ver Você podia me deixar as o tempo passou e essa dor não cessouHá descaminhos em meus passosUma sombra que abraço Um presente passadoUma vontade tamanha de não ter mais vontadeNão admiro os covardes mas agora é tarde i o tempo frio que me esquenta A boca seca que me tenta i o véu da noite que alumia É meia noite em meio dia ocê se foi sem deixar A chance de se ver voltar ma razão pra esquecer É o que ficou em seu lugarMas o tempo passou e essa dor não cessouHá descaminhos em meus passosUma sombra que abraço Um presente passado ma vontade tamanha de não ter mais vontade ão admiro os covardes mas agora Há descaminhos em meus passosUma sombra que abraço Um presente passadoUma vontade tamanha de não ter mais vontade ão admiro os covardes mas agora...É tarde
isabela taviane

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

palavras ao vento




Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina, paro em cada olhar Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar
Que o nosso amor pra sempre viva, minha dádiva Quero poder jurar que essa paixão jamais será Palavras, apenas Palavras pequenas Palavras Ando por aí querendo te encontrarEm cada esquina paro em
cada olharDeixo a tristeza e trago a esperança em seu lugarQue o nosso amor pra sempre viva, minha dádiva Quero poder jurar que essa paixão jamais será Palavras, apenas Palavras pequenas Palavras, momentos Palavras palavras Palavras palavras Palavras ao vento


CASSIA ELLER-PALAVRAS AO VENTO




o ultimo anjo


O uLtImO AnJo
E se eu quiser gritar Você ensurdecer
O sol cair no mare de frio morrer em pleno verão
Tá tão estranho aqui Pareço desfocar o que você sorri Por pura intuição
Se a água não correr A lua despencar O horizonte inteiro verticalizar Inverter a rotação
Me traga a sua mão Varinha de condão Reze Uma oraçãoPai, filho e espírito são
Somos o meio entre o principio e o fim Fomos freio entre o bom e o ruim
Me dê um chão pra pisar
Um coração para amar
Me trate bem
Sou um anjo caído do além
Me trate bem Todo anjo tem medo também
ISABELA TAVIANE-O ULTIMO ANJO
yOuTuBe:http://www.youtube.com/watch?v=ihZMJGiTMfI

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

fernando pessoa











Uma biografia de Fernando Pessoa seria na verdade uma coleção de biografias. Uma dele próprio; outras tantas para seus heterônimos. Alberto Caeiro, Álvaro de Campo, Ricardo Reis, Bernardo Soares, só para falar em alguns destes heterônimos, que não são pseudônimos com alguns pensam, mas escritores com personalidades e estilos próprios, com vida e história independentes dos demais. A genialidade de Pessoa era tamanha que não cabia em um só homem; eram necessários vários homens, várias cabeças para dar vazão a tanta criatividade, ao transbordamento de idéias que o acometia. Grande conhecedor da língua portuguesa, ela própria brincou com seu sobrenome: Pessoa. Talvez Pessoas fosse mais adequado, para um poeta que era habitado por tantos outros. Fernando Antônio Nogueira Pessoa, nasce em 13 de junho de 1888 na cidade de Lisboa, Portugal. Segundo ele próprio nos conta, no ano seguinte nasceu Alberto Caeiro, o poeta do campo e da natureza e também Álvaro de Campos, o engenheiro. Quando tinha cerca de 5 anos, seu pai morre com apenas 43 anos. Em 1894, então com 6 anos de idade, cria seu primeiro heterônimo: Chevalier de Pas. Em 1896, parte com sua família para Durban, África do Sul. Vão morar com o novo marido de sua mãe, o comandante João Miguel Rosa, cônsul interino de Portugal naquele país. Lá Fernando Pessoa vai aprender inglês e francês, línguas em que escreverá alguns poemas e grandes trabalhos de tradução. Com 14 anos de idade, em 1902, escreve o poema "Quando ela passa", presente em nossa seleção de poemas.
Em 1905, parte sozinho para Lisboa onde pretende se inscrever no Curso Superior de Letras. Embora tenha ingressado no curso, jamais o terminou. A partir de 1912 (ano em que nasce Ricardo Reis em sua cabeça), Pessoa entra numa fase bastante produtiva colaborando com a revista Águia, onde publica uma série de artigos e poemas. Sua obra e sua vida foram permeados por ligações com as chamadas ciências ocultas, o que pode ser percebido em muitos de seus poemas. Em 1930 inicia uma troca de correspondência com o "mago" inglês Aleister Crowley que neste mesmo ano vai à Lisboa visitar Fernando Pessoa. Vinte e três dias depois de sua chegada, Crowley desaparece misteriosamente. Em homenagem ao inglês, Pessoa traduz e publica o poema "Hino a Pã" escrito por Crowley. Pessoa nunca se casou. Teve por algum tempo um namora com Ophélia, mas acabou por desistir do namoro para casar-se com a literatura. Embora tenha escrito e publicado dezenas de artigos, ensaios e poemas em seus anos de vida, por incrível que pareça, ele que é um dos maiores poetas da língua portuguesa, publicou apenas um livro em vida, o "Mensagens" em 1934. Com este livro participou de um concurso literário chamado "Antero de Quental" e ganhou o segundo premio ("segunda categoria"), cabendo o primeiro premio ao livro "Romaria" de Vasco Reis. Em janeiro de 1935 pensa em mudar-se para as cercanias de Lisboa para compor seu primeiro grande livro a ser publicado, o que não aconteceria. Em 29 de novembro deste ano, Fernando Pessoa é hospitalizado com uma cólica hepática. No dia seguinte, 30 de novembro de 1935, com apenas 47 anos de vida, falece Fernando Pessoa.
quer saber mais,ver fotografias,e obras poeticas do fernando pessoa??
clique aqui:http://www.astormentas.com/pessoa.htm